Um caminhoneiro foi preso na noite dessa segunda-feira (1°/8), na BR-343, em Piripiri, no Piauí, após ser flagrado com ‘rebite’, exame toxicológico vencido e tacógrafo do veículo inoperante. Além disso, ao ser solicitada a documentação do veículo e do condutor, os inspetores encontraram uma cédula de R$ 5 entre os documentos. O condutor negou saber da existência de valores entre a documentação.

Segundo a PRF, o homem, de 41 anos, ofereceu “vantagem indevida para não ser fiscalizado“. Na fiscalização de rotina, os policiais constataram dentro do veículo, alguns comprimidos de Nobésio Extraforte, popularmente conhecido por ‘rebite’, medicamento utilizado para permanecer mais tempo dirigindo por longa distância.

Ainda de acordo com a PRF, o motorista estava com o exame toxicológico vencido e o cronotacógrafo deficiente/inoperante. O valor deixado entre os documentos tinha como objetivo passar pela base da PRF sem ser fiscalizado.

A PRF informou que após a constatação do oferecimento da vantagem indevida, a equipe policial deu voz de prisão em flagrante ao caminhoneiro e o conduziu até a Delegacia de Polícia Civil de Piripiri (PI) para os procedimentos necessários.

Segundo o Código Penal do Brasil, o crime de corrupção ativa está previsto no art. 333 e consiste no ato de oferecer, vantagem, qualquer tipo de benefício ou satisfação de vontade, que venha a afetar a moralidade da Administração Pública e se caracteriza quando a vantagem é oferecida ao funcionário público.

Além disso, pelo porte de ‘rebites’ (anfetaminas), foi lavrado um Termo Circunstanciado por descumprimento ao Art. 28 da Lei. 11.343/06 – Porte de droga para consumo (consumado).

Por Estradas – Ler artigo original

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